sexta-feira, 7 de junho de 2013
A ESCRITA E A LEITURA NA MINHA VIDA.
Fiz meu
1ºano na escola rural da fazenda capim. Era muito divertido, todos
participavam das brincadeiras, das leituras e escritas. Muitas saudades...
Aprendi a
ler e a escrever com a professora Dona Vilma e a cartilha "Caminho
Suave". Lembro-me das cópias e leituras que fazia da cartilha, pois toda
semana a professora tomava a leitura. Tinha que ler sem parar nas
palavras, o medo era grande...
Recordo
também das Histórias do Chapeuzinho Vermelho, das composições que fazia através
da gravura que a professora colocava na lousa.
A
professora sempre trazia livro infantil para os alunos praticarem a leitura
Lembro
perfeitamente daquela época, estou voltando o tempo. A professora sempre lia os
textos dos alunos que estavam em série mais avançadas, onde me
incentivava para escrever bem e ler mais como aqueles alunos.
Não tem como falar de leitura e não se lembrar do professor João,
deixou muitas recordações e ensinamentos. Acho que a competência leitora e
escritora deixaram a todos os alunos daquela época, pois em suas aulas a
prática da leitura era desenvolvida toda semana.
Perfil da Integrante do grupo 5:
SOU RAQUEL
DE MELO CAMARGO, CASADA, TENHO 40 ANOS E MÃE DE DUAS FILHAS.
SOU
FORMADA EM CIÊNCIAS E MATEMÁTICA PELA FACULDADE INTEGRADAS DE OURINHOS (FIO) E
LICENCIATURA PLENA EM QUÍMICA PELA FAFIJA DE JACAREZINHO-PR.
ATUALMENTE
MINISTRO AULA NA E.E.PROFº THEODORICO DE OLIVEIRA EM CAMPOS NOVOS PAULISTA.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Projetos Reciclagem e Projeto Água
Esse projeto eu desenvolvi com
os alunos da escola Prof°Teodorico de Oliveira em 2008 com o objetivo de conscientizar
os alunos que a coleta seletiva é uma ação importante para preservar o meio
ambiente e que reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer
de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora, pois na natureza nada se
perde, tudo se transforma. Então através de muita pesquisa e leitura montamos
um livro sobre os processos da reciclagem utilizando os temas Razão, Proporção,
Regra de três e Porcentagem.
O projeto Água foi realizado
também em 2008 na escola Prof° Teodorico de Oliveira para contribuir a
implementação do Programa de Uso Racional da Água através da sensibilização e formação
os alunos, uma vez que a escola deve ser um espaço de mobilização e garantia de busca de mudanças efetivas em
relação ao uso sustentável da água.Ao final das pesquisas feitas também
montamos um livro.Esse dois projetos que desenvolvi com os meus alunos me
encheu de orgulho por vê-los tão felizes na montagem o primeiro livro da vida
deles e isso não tem preço. Hoje a maioria terminou o ensino médio e está na
faculdade e agradeço a todos por me deixarem fazer parte de suas vidas.
.
LEITURA...TERMINA EM UMA...
" A LEITURA APÓS CERTA IDADE
DISTRAI EXCESSIVAMENTE O ESPÍRITO HUMANO DAS SUAS REFLEXÕES CRIADORAS. TODO O
HOMEM QUE LÊ DE MAIS E USA O CÉREBRO DE MENOS ADQUIRE A PREGUIÇA DE
PENSAR". ALBERT EINSTEIN
A ESCRITA E LEITURA NA MINHA VIDA.
Em 1978, eu Rosangela fiz o primeiro ano na E.E. Nicola
Martins Romeira onde de primeiro não havia os anos de formação que é hoje as
etapas do pré.
Nos primeiros anos minha professora contava
histórias porque não sabíamos ler e a partir dos três e quatro anos já colocava
gravuras na parede onde nós tínhamos que descrever sobre ela.
Chegando ao ensino fundamental tínhamos um
professor chamado João onde o mesmo trabalhou muito sobre leitura. No nosso
tempo, os livros didáticos havia textos extensos onde ele tirava um dia da
semana para fazer aula de leitura e que cada um tinha que ler um parágrafo e
quando líamos errado ou não respeitávamos as regras gramaticais fazíamos ler
novamente, onde hoje quando vou ler me recordo bem como fazer uma leitura de
fácil entendimento.
Também me recordo que o mesmo dava temas de
redações e em cada final de bimestre recolhia os cadernos e escolhia um tema
onde nós tínhamos que contar até a frente para os demais colegas e também
fazíamos seminário de livros escolhido por ele onde tínhamos que apresentar
para os colegas e inclusive fazíamos teatro com os seminários e apresentava
para a comunidade, mas eu tinha vergonha e ficava nos bastidores ajudando e
arrumando os colegas e até mesmo em alguns teatros apresentava fala curtas.
Hoje leio muito pouco, apenas o necessário, pois
não tive influência de meus pais que tiveram formação até o antigo quarto ano,
mas acredito que minha vocação era para a matemática, os cálculos.
E que não se lembra da professora Dirce de Oliveira
de Matemática. Na sexta série ela nos contou o Livro “A Bolsa Amarela”,
que ela lia todos os dias 10 minutos antes do término da aula. Vamos relembrar
com o resumo abaixo:
O livro retratava a história de Raquel que é a
filha caçula da família, é a única criança. Seus irmãos, com uma diferença de
dez anos, não lhe davam ouvidos, porque achavam que criança não sabe coisa
alguma. Por se sentir muito solitária e incompreendida, ela começa a escrever
para seus amigos. Amigos imaginários. Raquel, desde cedo, tinha três
vontades enormes: vontade de crescer, vontade de serem garoto e vontade de ser
escritora.
Um dia, ganhou uma bolsa amarela, que veio no
pacote da tia Brunilda. A partir daí, a bolsa passou a ser o esconderijo ideal
para suas invenções e vontades. Tudo cabia lá dentro. A bolsa amarela acaba
sendo a casa de dois galos, um guarda-chuva-mulher, um alfinete de segurança e
muitos pensamentos e histórias inventadas pela narradora. (FONTE: br.answers.
yahoo.com)
Mas queria dizer que naquele tempo nós fazíamos o
que está sendo cobrado hoje, e as aulas eram dinâmicas e todos não faltavam
para saber a história do livro, que era legal, pois a cada dia que ela contava
uma passagem do livro, ficava na nossa imaginação que eu também podia carregar
uma bolsa onde pudesse por meus amigos imaginários e acreditava que podia ter
sonhos e que um dia seria realizado, e, aliás, um deles desde criança era ser
professora.
A LEITURA E ESCRITA NA MINHA VIDA.
Nossa a Leitura fez e faz parte de minha vida
desde pequena. E relembrar minha infância é mexer em sentimentos, de
recordar o que foi marcante.
Desde
pequena meus professores que fizeram ler e com isso, acredito que me ajudaram
muito em minha escrita e fala.
Eu não tive formação em pré-escola, então comecei
meu primeiro ano escolar, com a professora Odília de Ibirarema onde teve inicio
aos sete anos minha alfabetização e me lembro de que ela era uma professora
dedicada e lia uma vez por semana, as histórias infantis: Chapeuzinho Vermelho,
Branca de Neve, A Cinderela, e outros.
E quando fui
para o 2º ano do primário, minha Professora foi Dona Vilma, que gostava de
trabalhar problemas, mas não me recordo de leitura.
E quando estava cursando a terceira e quarta série,
Dona Adelaide assumiu a nossa turma, e me recordo de suas gravuras, postas na
lousa, e que quando chovíamos, nós tínhamos que fazer uma história da
gravura e então começamos a disputar leituras entre as amigas, que, aliás, era
uma disputa na leitura pra ver quem lia mais suas coleções, pois para nós
éramos fantástico, nós não tínhamos livro em casa e essa amiga emprestava e
isso ia levantando nossa vontade em ler cada vez mais e sem querer já está
sendo estimulada a competência leitora.
A Cartilha Caminho
Suave, e também me recordo que em dia de prova, que naquela época era uma
semana, a professora Vilma e Adelaide, trazia imagens, que eram postas na lousa,
onde ali construíamos nossa história, e que já era um treinamento tanto na
escrita como na oral, pois depois cada aluno lia sua produção textual para a
classe, e os versos, que eram lidos em reunião com a diretora Dona Yara e
nossos pais, que, aliás, todos tinham muito medo. Mais sem saber, somos movidos
à leitura de maneira prazerosa e habilidades tanto escritora como leitora.
Eu acredito que devo ao professor João, pois aprendi a
perder o medo de expor ao público, que quando era para fazer a leitura de
redações com temas livres, tive a mesma sensação que o Cantor Gabriel pensador,
tinha preguiça de fazer as 12 redações por bimestre, e fazia tudo em cima da
hora, pois era cobrado, mas afinal de tudo, os seminários com temas de livros
como As águas não dormem", que inclusive fizemos teatro para o autor,
aquilo ficou na memória, onde a comunidade esperava nossas apresentações e era
um sucesso. Devemos aos nossos professores tudo o que somos e acredito que sou
uma leitora devagar, mas agora acredito que necessito muito, pois faz parte de
nossa vida.
MEU PERFIL
SOU REGINA XAVIER DA SILVA- REPRESENTANTE DO GRUPO 5-
ATUALMENTE TRABALHO NA E.E.VIRGINIA RAMALHO-OURINHOS-SP.
SOU CASADA, TENHO UM FILHO LINDO-MIGUEL, E ADORO O QUE FAÇO, QUE É ENSINAR. TENHO FEITO VÁRIOS CURSOS DA EFAP: LIBRAS, CURRÍCULO DOCENTE DE MATEMÁTICA, INTERNET SEGURA, E ESTOU SEMPRE DISPOSTA A APERFEIÇOAR MAIS COM A TECNOLOGIA A NOSSO FAVOR.
ATUALMENTE TRABALHO NA E.E.VIRGINIA RAMALHO-OURINHOS-SP.
SOU CASADA, TENHO UM FILHO LINDO-MIGUEL, E ADORO O QUE FAÇO, QUE É ENSINAR. TENHO FEITO VÁRIOS CURSOS DA EFAP: LIBRAS, CURRÍCULO DOCENTE DE MATEMÁTICA, INTERNET SEGURA, E ESTOU SEMPRE DISPOSTA A APERFEIÇOAR MAIS COM A TECNOLOGIA A NOSSO FAVOR.
Depoimento
Olá pessoal! Vou contar um pouquinho da minha história.
Na minha época as crianças não tinha pré-escola e já
começavam a serem alfabetizadas na primeira série aos sete anos de idade. Minha
primeira professora foi à dona Otília, muito amável que fazia leitura de muitas
histórias infantis como a do Chapeuzinho Vermelho e foi ela quem me ensinou as
primeiras letras através da cartilha "Caminho Suave”. Lembro-me das cópias
e leituras que tinhamos que fazer e sem gaguejar, e para uma menininha muito tímida
era um grande desafio.
Apesar de morar no sítio e ter uma escola rural perto de
casa eu sempre estudei na cidade, lembro que minha mãe me levava na estrada
para esperar o caminhão da prefeitura e que eu ia dentro da cabine com o
motorista Zezão porque era muito pequena, mas não escapava da poeira e foi
assim até a quinta série e que depois ganhamos um ônibus. Chegando à quinta
série me deparei com vários professores como a Gorete de Matemática, aliás,
muito brava, a Dina de Ciências e o saudoso professor Dimas de Geografia, que
em suas provas eram todas dissertativas. Naquela época nos livros didáticos
haviam textos enormes que tínhamos que fazer leitura em voz alta, sem errar as
regras gramaticais e muito menos gaguejar, muito cobrado pelo professor Dimas,
mas no final do dia vinha uma recompensa que era as queimadas que jogávamos
depois da escola até dar o horário de ir embora, tínhamos uma turma rival da
cidade, meninas que eram o terror tanto na força da jogada como briguentas.
Uma coisa engraçada que ficou marcada na minha infância
foi à bolsa cor de laranja que usei por muito tempo e minha prima Raquel sempre se lembra
dela e damos muitas risadas.
Quando cheguei ao Ensino Médio conheci o famoso professor
João e ai que fui entender o porquê de tanta fama, pois ele trabalhava muito a
leitura e escrita, recordo que ele dava
vários temas de redação para escrever, ler alguns livros, fazer o resumo e depois
no final do bimestre ele recolhia os cadernos e escolhia um tema para
apresentar perante os colegas, sem esquecer dos seminários, teatros em que
tínhamos que escolher um livro, ler e montar a peça teatral para apresentar a
comunidade e numa dessas peças que me marcou foi sobre o livro “As Águas não
dormem” em que o autor do livro veio assistir, foi muito emocionante e acho que
foi ai que comecei a perder a timidez.
Naquela época não entendia porque tanta cobrança e muitas vezes me dava raiva
porque tinha que ler escrever e estudar tanto, mas hoje vejo como isso só me
fez bem, pois ajudou muito na minha profissão.A postura que tenho dentro da sala de aula, a responsabilidade com o ensinar o aprender devo muito aos meus professores.
Olha eu ai na quarta série...................
Olha eu ai na quarta série...................
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